Esta pintura parece-me uma pessoa que por norma é animada, livre, sempre bem humorada mas que sofreu um duro golpe. Apesar desse duro golpe, rapidamente dará a volta por cima e voltará a irradiar todos com a sua paz e alegria de viver.
“Há muito que não se viam. Consequência de vidas discrepantes, percursos diferentes, caminhos contrários.
Afinal, eram tão distintos um do outro. Ele moreno, taciturno, circunspecto, silencioso. Do cimo da sua estatura alta, do seu corpo atlético, sua imponência.
Ela no seu olhar esmeralda penetrante, frágil o corpo, poderosa a mente, sorriso cintilante, a segurança inabalável.
Cruzaram-se, por acaso, naquele corredor silencioso de acesso aos escritórios. Olharam-se de relance distraidamente. E, quando já nada fazia prever, repentinamente, os olhos de ambos luziram, resplandecentes, na recordação de um passado distante, mas intenso. Inolvidável!”
Estas pinturas nunca estão acabadas! 😦 Acaba mais depressa a cerveja! Heheheheh
fui á procura do nome da rua, olha o site que encontrei: http://www.pbase.com/jandrade/ruas_do_porto!
Boa semana, para ti! eu vou andando por aqui!
Esta pintura parece-me uma pessoa que por norma é animada, livre, sempre bem humorada mas que sofreu um duro golpe. Apesar desse duro golpe, rapidamente dará a volta por cima e voltará a irradiar todos com a sua paz e alegria de viver.
Abraço
mal empregada tinta!
(já ganhei?)
” eu e a minha dualidade, simplesmente não nos entendemos”
“pintei a minha solidão, mas vou apagá-la para sempre das minhas telas”
🙂
abraço António
nota: se não ganhar não faz mal, fica a mensagem, por uma boa causa.
“Há muito que não se viam. Consequência de vidas discrepantes, percursos diferentes, caminhos contrários.
Afinal, eram tão distintos um do outro. Ele moreno, taciturno, circunspecto, silencioso. Do cimo da sua estatura alta, do seu corpo atlético, sua imponência.
Ela no seu olhar esmeralda penetrante, frágil o corpo, poderosa a mente, sorriso cintilante, a segurança inabalável.
Cruzaram-se, por acaso, naquele corredor silencioso de acesso aos escritórios. Olharam-se de relance distraidamente. E, quando já nada fazia prever, repentinamente, os olhos de ambos luziram, resplandecentes, na recordação de um passado distante, mas intenso. Inolvidável!”
“Um abraço de saudade” 🙂
Beijinhos
“COME COM OS OLHOS, PORQUE P’LA BOCA MORRE O PEIXE!”
O Prazo já acabou ou ainda se pode comentar?
Não estou a concorrer apenas a dar-te um abraço e dizer que adorei este trabalho. Não tens dado noticias, mas vejo que andas no activo o que é bom