Arquivo de Março, 2008

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Foda-se! Kesta merda?

Março 22, 2008

Princípio normativo:
«Quando se fazem balanços é, certamente, para realçar aquilo que se fez bem.[…] E foram tantas as coisas que fizemos bem, que não temos de perder tempo com o que fizemos mal.»

Vitalino Canas, porta-voz do Partido Socialista, 12.Março.2008

Ó Bitalino, bai apanhar nas Canas!

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21 de Março

Março 21, 2008

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Esta foi feita a pedido! Linda filhota que não te esqueces de nada!

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Requerimento

Março 21, 2008

Senhora Ministra ou Senhor Ministro…

Venho, por este meio, solicitar a V. Ex.cia autorização para aplicar, na minha auto-avaliação, o mesmo critério utilizado pelo partido político que sustenta o Governo na avaliação que fez do seu próprio desempenho.

Respeitosamente,

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Cuadrada

Março 20, 2008

Acho-me uma vergonha

Só a dizer parvoíces

Mas tinha que escrever algo

Aqui no meu cartoonices 

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Pintura

Março 20, 2008

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Volta

Março 18, 2008

Volta, vem ter comigo!

Temos muito que fazer.

Tantas loucuras

Tantas aventuras 

Volta depressa!

É preciso recomeçar

A vida não acabou.

Para ti está a começar!

O mundo está à nossa espera

O sonho é nosso

Só nosso

De mais ninguém

Volta depressa!

Estou ansioso

Estou à tua espera!

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Pedaço de mim

Março 18, 2008

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Dia Mundial da Poesia

Março 15, 2008

LÁGRIMA DE PRETA

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu me o que é costume:

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de Sódio.

António Gedeão

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Março 15, 2008

Carta Aberta ao Senhor Ministro dos Assuntos Parlamentares

Exmº Senhor Ministro Augusto Santos Silva,

Venho por este meio informá-lo que me sinto insultado pelas suas afirmações proferidas ontem à noite, em Chaves e dadas hoje à estampa na comunicação social escrita.

Foi o comunista do meu pai, Sérgio Vilarigues, que esteve preso 7 anos (dos 19 aos 26) no Aljube, em Peniche, em Angra e no campo de concentração do Tarrafal para onde foi enviado já com a pena terminada. Que foi libertado por «amnistia» em 1940, quatro anos depois de ter terminado a pena. Que passou 32 anos na clandestinidade no interior do país, o que constitui um recorde europeu. Não foi ao seu pai, e ainda bem, que tal sucedeu.

Foi a comunista da minha mãe, Maria Alda Nogueira, que, estando literalmente de malas feitas para ir trabalhar em França com a equipa de Irène Joliot-Curie, pegou nas mesmas malas e passou à clandestinidade em 1949. Que presa em 1958 passou 9 anos e 2 meses nos calabouços fascistas. Que durante todo esse período o único contacto físico próximo que teve com o filho (dos 5 aos 15 anos) foi de 3 horas por ano (!!!). Que, sublinhe-se, foi condecorada pelo Presidente da República Mário Soares com a Ordem da Liberdade em 1988. Não foi à sua mãe, e ainda bem, que tal sucedeu.

Foi a mãe das minhas filhas, Lígia Calapez Gomes, quem, em 1965, com 18 anos, foi a primeira jovem legal, menor (na altura a maioridade era aos 21 anos), a ser condenada a prisão maior por motivos políticos – 3 anos em Caxias. Não foi à sua esposa, e ainda bem, que tal sucedeu.

Foi a minha filha mais velha, Sofia Gomes Vilarigues, quem até aos 2 anos e meio não soube nem o nome, nem a profissão dos pais, na clandestinidade de 1971 a 1974. Não foi à sua filha, e ainda bem, que tal sucedeu.

Fui eu, António Vilarigues, quem aos 17 anos, em Junho de 1971, passou à clandestinidade. Não foi a si, e ainda bem, que tal sucedeu.

Foi o caso do primeiro Comité Central do Partido Comunista Português eleito depois do 25 de Abril de 1974. Dos 36 membros efectivos e suplentes eleitos no VII Congresso (Extraordinário) do PCP em 20 de Outubro de 1974, apenas 4 não tinham estado presos nas masmorras fascistas. Dois tinham mais de 21 anos de prisão. Com mais de 10 anos de prisão eram 15, entre eles Álvaro Cunhal (13 anos).

São casos entre milhares de outros (Haja Memória) presos, torturados e até assassinados pelo fascismo. Para que houvesse paz, democracia e liberdade no nosso país.

Para que o senhor ministro pudesse insultar em liberdade. Falta-lhe a verticalidade destes homens e mulheres. Por isso sei que não se retratará, nem muito menos pedirá desculpas. As atitudes ficam com quem as praticam.

Penalva do Castelo, 8 de Março de 2008

António Nogueira de Matos Vilarigues

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A surpresa!

Março 11, 2008

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Ouvir mal e desperar também é preciso!

Março 9, 2008

é uma surpresa!

Agora, cada macaco no seu galho!

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Governar é preciso!

Março 7, 2008

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Março 5, 2008

Quero desejar a todos uma óptima viagem até ao caralho! Eu já lá estou!!!

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HUMOR EM TEMPO DE SÓCRATES!

Março 5, 2008

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HEHEHEHE…Com este humor não há processo! FIXE!

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O homem dos “Testículos Satânicos”

Março 5, 2008

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Quem será? Não há prémio, só parabéns e uma palmada nas costas!